Fred Gelli, sócio da Tátil Desgin, trouxe uma idéia muito legal ontem na Conferência de Planejamento.
Seguindo uma pegada sustentável, Gelli diz que os objetos passam a ter valor de acordo com quanto tempo nós a utilizamos num período determinado. Por exemplo:
- carro: 1,5 horas por dia
- furadeira: 30 minutos por ano
- copo plástico: 5 segundos, ou quanto durar a golada.
Desta maneira, esses objetos que envolvem pouco tempo do nosso dia-a-dia teríam que ser menos destrutivos ao planeta. Não fari mais sentido comprar esses tipos de objeto. O transporte coletivo e as caronas seriam alternaivas à lógica de um carro por pessoa. Para não ter que comprar uma furadeira por família, os prédios poderiam disponibiliza-las coletivamente. A caneca é a saída duradoura para deixar de usar copoinhos plásticos.
Para Gelli, essa lógica mais coletiva e duradoura do consumo dos produtos pode ser uma saída para uma boa relação entre sociedade de consumo e meio ambiente.
Será?
Diego Senise

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